A medicina na Primeira Guerra Mundial

23 de Julho de 2020

Embora os antibióticos ainda não fossem conhecidos durante a Primeira Guerra Mundial, muitas das principais doenças infeciosas podiam ser combatidas recorrendo a outros métodos científicos.

 

No início de 1915, o soldado Ernest Cable chegou ao Grand Hotel em Wimereux, transformado num hospital, com problemas intestinais e cólicas. Diagnosticado com disenteria, Cable morreu algumas semanas mais tarde.

20 anos antes da morte de Cable, Louis Pasteur faleceu. Os médicos ainda estavam a familiarizar-se com a sua grande contribuição para a ciência: a descoberta de que são os microrganismos, e não os espíritos ou o mau aspeto, que estão por detrás das doenças infeciosas.

Um desses médicos decidiu isolar as bactérias que mataram Cable, o que possibilitou estudar e aprender muito mais sobre esta doença, que ainda afeta milhões de pessoas.

Essa amostra foi uma das primeiras a chegar ao The National Collection of Type Cultures, o primeiro centro criado no mundo para estudar amostras de bactérias e outros agentes patogénicos.

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