Onde fica o campo de batalha mais bem conservado da II GM?

27 de Agosto de 2020

Se visitar a Ilha Kiska no Alasca, poderá ver o campo de batalha mais bem preservado dos últimos 70 anos.

Entre os restos oxidados e desenterrados encontram-se armas antiaéreas e até dois submarinos japoneses Kō-hyōteki Tipo A. Estes são recordações dos confrontos que ali tiveram lugar durante a Segunda Guerra Mundial, aquando da ocupação japonesa de Kiska, durante a sua campanha de expansão nas Ilhas Aleutianas. A invasão durou de 6 de junho de 1942 a 28 de julho de 1943, o que levou a inúmeros confrontos no Oceano Pacífico.

O arqueólogo Dirk Spennemann declarou que Kiska é “o mais importante campo de batalha intato da Segunda Guerra Mundial”. O segredo da boa conservação deste campo de batalha é o frio, que preservou muito bem os diversos detritos da Grande Guerra durante décadas. “Da colina pode observar-se as docas, as pistas de aterragem, os postes telefónicos japoneses, as trincheiras e valas que os Aliados utilizavam. É enorme. E, 70 anos mais tarde, ainda está tudo lá. Na minha opinião, este é um local histórico de importância global”, disse Spennemann no Alaska Dispatch News. Antes de ser conquistada pelo exército japonês, nesta ilha estava localizada uma estação meteorológica dos EUA. Os japoneses mataram dois dos seus trabalhadores e capturaram outros oito, que foram enviados para o Japão como prisioneiros de guerra.

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Em reposta à ocupação, as forças norte-americanas e canadianas iniciaram uma campanha aérea contra a ilha, bombardeando-a durante um ano inteiro. Quando o regimento japonês foi destruído, a Marinha Imperial Japonesa evacuou a ilha e os combates nas Ilhas Aleutas chegaram ao fim.

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